Honda: Alcançar a neutralidade carbónica com foco principal na eletrificação

Fonte:https://hondanews.eu

A Honda visa alcançar a neutralidade carbónica em todos os produtos e atividades corporativas em que a marca está envolvida até 2050. Hoje, a Honda organizou uma conferência de imprensa sobre as suas iniciativas para o negócio de motos, apresentada por Kohei Takeuchi (Director, Executive Vice President and Representative Executive Officer) e Yoshishige Nomura (Managing Officer).

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Para acomodar uma variedade de utilizações e necessidades de clientes em todo o mundo, a Honda oferece uma ampla gama de modelos de motos, desde modelos pequenos utilitários até modelos de grande porte e maior diversão, usados globalmente, tanto em países emergentes como nos países mais avançados. Em especial, nas nações emergentes há uma grande procura de motos, principalmente modelos utilitários, que são fundamentais na vida diária das pessoas; no entanto, a popularização dos modelos elétricos enfrenta desafios como maior peso do veículo e preços mais altos. Adicionalmente a procura por modelos elétricos depende também em grande parte de incentivos e de legislação governamental, bem como da disponibilidade de infraestruturas de carga em cada mercado.

Considerando todas estas circunstâncias, a Honda acelerará a eletrificação dos modelos como foco principal das estratégias ambientais para o negócio de motos, enquanto continuará a desenvolver motores de combustão interna ICE, com o objetivo de alcançar a neutralidade de carbono para todos os seus modelos de motos durante a década de 2040. Para além disso, a Honda continuará a liderar a indústria na vanguarda das suas iniciativas ambientais.

Para alcançar a neutralidade carbónica e ao mesmo tempo acomodar a vasta gama de necessidades dos clientes e ambientes de utilização exclusivos das motos, a Honda continuará as suas iniciativas para reduzir as emissões de CO2 dos modelos com motor ICE, enquanto desenvolve modelos compatíveis com combustíveis neutros em carbono, por exemplo, misturas de gasolina e etanol. Para ser mais específico, e para além do Brasil, onde já estão disponíveis motos flex-fuel (E100)*1, a Honda planeia introduzir modelos flex-fuel também na Índia, um dos principais mercados de motos. O plano é introduzir primeiro, a partir de 2023, modelos flex-fuel (E20) *1 e depois, em 2025, introduzir modelos flex-fuel (E100).

Antecipando a expansão do mercado, a Honda vai apresentar motos elétricas que satisfazem uma vasta gama de necessidades dos clientes. Combinando modelos utilitários com modelos de lazer, a Honda vai apresentar mais de dez novos modelos de motos elétricas até 2025, com o objetivo de atingir vendas anuais, deste tipo de motos, na ordem de 1 milhão de unidades nos próximos cinco anos e de 3,5 milhões de unidades (aproximadamente 15% das vendas totais) a partir de 2030.

Honda Motorcycle: Carbon Neutrality through Electrification
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À medida que as empresas ficam cada vez mais conscientes do meio ambiente, a procura por modelos de motos elétricas para atividades profissionais tem aumentado nos últimos anos. Para corresponder a essa procura, a Honda tem vindo a disponibilizar os modelos da série Honda e: Business Bikes, acelerando o lançamento global das motos elétricas de uso empresarial. Além de já fornecer atualmente um modelo da série Honda e: Business Bike aos correios do Japão e do Vietname*2, a Honda está atualmente em testes conjuntos com a Thailand Post Company Limited*3 e com plano para iniciar a produção e vendas da Benly e: na Tailândia antes do final deste mês. Estes modelos da série Honda e: Business Bike estão equipados com baterias substituíveis Honda Mobile Power Pack (MPP) e são adequadas para uma utilização comercial, como por exemplo, a entrega de pequenas encomendas, para além de resolverem problemas de autonomia e tempos de carga, que são os principais desafios que é necessário abordar para generalizar a utilização das motos elétricas.

Para uma utilização pessoal, a Honda planeia lançar dois modelos commuter EV entre 2024 e 2025 na Ásia, na Europa e no Japão. À luz da evolução futura do mercado e dos avanços tecnológicos, a Honda explorará também uma gama de futuros modelos de uso pessoal, incluindo aqueles equipados com uma fonte de energia além de baterias substituíveis.

Atualmente, os veículos EMs e EBs são responsáveis por mais de 90% das vendas globais de motos elétricas em todo o setor (aproximadamente 50 milhões de unidades).

Na China, o maior mercado de motos elétricas do mundo, os EMs/EBs são amplamente adotados como uma forma conveniente de mobilidade diária e a Honda disponibiliza esses produtos aproveitando a sua infraestrutura de fornecedores locais e operações de desenvolvimento/fabrico. Com a expetativa de que a procura por EM/EB se expanda a nível global, a Honda planeia lançar um total de cinco modelos EM e EB compactos e acessíveis desde já e até 2024 na Ásia, na Europa e no Japão, para além da China.

Para além dos Commuter EVs, a Honda tem vindo a desenvolver ativamente modelos elétricos da categoria “FUN”. Com base na sua plataforma FUN EV atualmente em desenvolvimento, a Honda planeia lançar um total de três modelos FUN EV de grande porte no Japão, nos EUA e na Europa entre 2024 e 2025. A Honda também vai introduzir um modelo Kids Fun EV, desenvolvido para transmitir o prazer de conduzir à próxima geração.

Com base nos seus conhecimentos competitivos “Monozukuri” (a arte de fazer coisas), acumulado através do desenvolvimento e aplicação de plataformas para modelos com motores de combustão interna ICE, a Honda desenvolverá e aplicará plataformas de motos elétricas que combinam os três componentes principais dos veículos elétricos – a bateria, a unidade PCU e o motor – com a estrutura da moto. Ao satisfazer as necessidades dos clientes, com base num conceito Monozukuri de elevada eficiência, a Honda continuará a oferecer a alegria da mobilidade com motos elétricas de preço acessível.

Em relação à bateria, um componente central dos veículos elétricos, a Honda pretende equipar as suas motos elétricas com uma bateria integralmente em estado sólido, em desenvolvimento atualmente pela marca, fazendo uma utilização ativa dos seus próprios recursos.

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A melhoria das infraestruturas de carga e a uniformização das especificações das baterias são vitais para a adoção das motos elétricas a nível global. Como parte da melhoria das infraestruturas de carga, a Honda tem vindo a trabalhar na popularização da partilha de baterias.

Para acrescentar valor adicional nas suas motos elétricas, a Honda pretende transformar o seu negócio, deixando de ter apenas um foco em vendas não recorrentes de hardware (produto) para um modelo de negócio recorrente que combina hardware e software.

Na área de desenvolvimento de software, a Honda tem vindo a trabalhar com a sua subsidiária de software, a Drivemode*9, no sentido de melhorar a criação de novos valores para as suas motos elétricas no domínio da conectividade. Começando com o modelo utilitário commuter EV previsto para ser colocado à venda em 2024, a Honda vai oferecer funcionalidades em termos de experiência do utilizador (UX) que enriquecem continuamente a qualidade da condução através da conectividade, tais como a disponibilização de trajetos ideais que levam em consideração a autonomia restante, o envio de notificações dos pontos de carga, formação em segurança rodoviária e assistência no serviço pós-venda.

Olhando para o futuro, a Honda trabalhará para o estabelecimento de uma plataforma de conectividade que permita gerar ainda maior valor, não apenas interligando as suas motos, mas antes ligando uma vasta gama de produtos Honda, numa conectividade que ultrapasse os domínios dos seus produtos.

Para consultar mais informações pode visitar o site oficial da Honda na Europa.

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