MotoGP: Regresso às “mil” em causa PDF Imprimir e-mail
18 Novembro 2009

 

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Após as recentes declarações de Carmelo Ezpeleta, director executivo da Dorna, em que afirmava pretender fazer regressar as motos de 1000 cc aos palcos do Mundial de Velocidade, é a vez do presidente da Infront Motorsports, empresa detentora dos direitos do Mundial de Superbikes, Paolo Flammini, avisar que a actual situação não pode ser alterada assim tão facilmente.

Em entrevista concedida ao site GPOne.com, Flammini explicou melhor as razões que o levam a tomar esta posição

“Vou continuar a repetir o meu ponto de vista anterior e que já é conhecido. Temos garantias do Presidente da FIM, Vito Ippolito, que estas novas regras (regresso às “mil”) não serão aprovadas. Até agora ele tem mantido a sua palavra e, no futuro, espero que a mantenha. Nós estamos prontos a tomar as acções necessárias para defender o contrato que temos com a FIM que, convém não esquecer, também inclui as categorias de 600 cc baseadas em motos de produção.”

Ezpeleta não deverá ter vida fácil em levar para a frente as suas intenções, e o regresso das 1000 cc (ou antes, 990 cc), não deverá acontecer em 2012, pois não depende apenas das negociações com as equipas.








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Comentários (14)
1. 18-11-2009 12:03
 
Com a crise que estão a passar ainda querem continuar a manter a falta de espectáculo no motociclismo. O aumento de espectáculo aumentaria com certeza a audiência, o que iria ajudar a baixar a crise. Mas continuem assim que pode ser que tenham que impôr mais regras para diminuir custos...
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Pedro
2. 18-11-2009 13:31
 
Acho que nesta situação ninguém quer perder as suas audiências. No caso da Dorna então ainda mais, pois cada vez tem vindo a perder, e um regresso às mil seria muito bem vindo para o espectáculo. 
Mas o Flammini tem a sua razão, ainda por cima se há contratos assinados com a FIM... cheira-me que para ver outra vez grandes atravessadelas em MotoGP ainda vamos ter de esperar... e muito!
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Marrokino
3. 18-11-2009 13:42
 
O problema não é a cilindrada, pois as 800 cc de motogp debitam mais potência que as 1000 cc de superbikes, o problema é só um - electrónica a mais (lembram-se do pedrosa que por uma falha do sistema de arranque "virou-se" para trás) 
resolução - retirem das motogp tudo quanto são ajudas à condução e vão ver espectáculo, ao invés vão ter motas muito rápidas e nenhuma atravessadela, nenhum cavalo em aceleração. 
A melhor imagem que tenho de motas (e que me levou a ser viciado nelas) foi num stand da honda que estava a passar numa televisão com o Wayne Gardner a curvar, com a roda traseira em slide e a dianteira no ar em cavalo... 
soberbo, quem viu nunca esqueçe (actualmente acho que nem que um piloto tentasse, a mota não deixava) 
queremos mais espectáculo...
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4. 18-11-2009 14:08
 
Messana, as mil sbk actuais debitam tanta ou mais potencia que as 800cc do motogp...pesquisa nos sites oficiais das equipas...as 800 são verdadeiras hondas, muito faceis de conduzir, nada agressivas e oferecem espectaculo ZERO! 
VENHAM AS 990 POR FAVOR!
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5. 18-11-2009 14:32
 
Meus caros se ixo n voltar as mil daki a pouco podes passar das 125 para as oitocentos e com sorte te dares bem ñ duvidem dixo tanta electronica tanta merda que ta a perder o espectaculo metam as 1000 se electronica quem tem unhas k agarre.
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vuty
6. 18-11-2009 16:52
 
a soluçao vai ser haver apenas uma classe,mais cedo ou mais tarde...
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7. 18-11-2009 18:17
 
Voltem as 500 a 2 tempos, voltava o espectáculo e resolvia-se o problema com a Flammini ;)
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8. 18-11-2009 22:26
 
Se o problema são os direitos sobre os 1000 cc, aumentem para 1200... Gostava de ver "burn's" a 300km/h...
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9. 19-11-2009 08:15
 
As motogp com 800 cc debitam 240 cv para 148 Kg 
As wsbk com 1000 cc debitam cerca de 220 cv para 162 Kg 
Isso equivale a uma relação de Cv / Kg de: 
1,62 Cv/Kg nas Motogp 
1,35 Cv/Kg nas SBK 
A diferença de peso implica que a diferença de Cv considerável 
(+ 47 cv para pesos idênticos) a favor das Motogp. 
Se nivelássemos ambas pelo peso (com a mesma relação) teriamos: 
se ambas tivessem 148 Kg - 240 cv (motogp) e 193 cv (SBK); 
se ambas tivessem 162 Kg - 267 cv (motogp) e 220 cv (SBK). 
É claro que existem SBK a debitar mais, as que correm na ilha de man 
debitam cerca de 240 cv, mas sempre com um peso superior,  
daí que continua a manter a minha tese, a electrónica é que está à estraguar tudo. 
PS: as 500 cc tinham 200 cv para 125 Kg o que equivale às motogp actuais, 
e eram muito mais espectaculares (não tinham electrónica)
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10. 19-11-2009 08:23
 
Mesmo que não voltem às 1000, tirem a electrónica destas 800, já não era nada mau para o espetaculo
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11. 20-11-2009 09:37
 
Mas tambem qual é o problema do sr. Flammini? se o moto gp voltasse novamente ás 1000? Toda a gente ve que umas sao autenticos prototipos ( motogp ) e as outras derivadas de serie ( sbk ) nao entendo onde esta o choque/conflito de interesses, ele ate tem a vantagem de ter sete construtores e o motogp so ter quatro.
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12. 20-11-2009 20:20
 
A dorna asumiu vender os direitos televisivos a sportv. Resumindo meus caros, deixei de ver o motogp, e pelo que tenho ouvido não perdi muito. Passei a ver o mundial de SBK na eurosport (para a proxima temporada a eurosport vai apostar ainda mais na cobertura dos eventos) e voltei a ver ultrapassagens derapagens lutas acessas pelo 1º lugar etc, etc enfim tudo o que se tem vindo a perder no motogp.
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13. 21-11-2009 20:27
 
x2
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14. 23-11-2009 17:42
 
Ainda não sei qual o problema do Sr Flammini até porque Sr. Espeleta é tanto dono da bola como ele ou seja os 2 são promotores de eventos,e a F.I.M é que faz as regras senão veja-se: O sr. Flammini não queria a classe Moto2 com 600cc e afinal?... Eu penso é que o sr. Flammini não conseguiu nem consegue obter com o dobro dos construtores,o publico e o glamur do Moto GP. Isto quer dizer que no dia que os promotores mandarem nas federações, o desporto esta perdido. Quanto as direitos televisivos, pergunto o porquê da TV estatal não ter interesse de transmitir a unica prova motorizada na categoria rainha disputada em Portugal? Isto sim, é grave!!!
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